CD Pandemia (correio incluso)

R$ 60,00
R$ 60,00

CD gatefold em formato de compacto com pôster.

Pandemia é o décimo segundo disco de estúdio da Dorsal Atlântica, que em 2021 comemora 40 anos do primeiro show – as duas primeiras apresentações ainda com o nome Ness.

1 – PANDEMIA, 2 – BURRO, 3 - CÂES, 4 – POBRE DE DIREITA, 5 – COMBATEREI, 6 – GORILAS (NO PÁSARAN), 7 - INFECTADOS (TEOCRACIA e NARCO-ESTADO), 8 - POVO, INOCENTE OU CULPADO?, 9 – A RESISTÊNCIA NÃO RESISTE, 10 - TERRA ARRASADA (TREVA QUE NUNCA ACABA)

“Carlos Lopes é um dos maiores artistas que já vi no Brasil em qualquer área, para mim da mesma estatura de Sérgio Ricardo, Tom Zé, Glauber Rocha, Vinícius de Moraes e grande elenco.” Paulo-Roberto Andel (escritor)

“Resistirei” é de fato um hino. Arthur Dapieve (jornalista)

‘Um monumental álbum que entra para a história artística nacional como um marco no engajamento contra a depredação institucional geral.’ Marcelo Moreira (Combate Rock)

"Pandemia" é protesto, rebeldia, contestação, esperança, anti-mediocridade, luta, deboche, denúncia, resistência. Um disco forte, provocador. (Mário Pescada)

"O disco mais importante da história do metal brasileiro!" (Alejandro F. Magón)

“"Pandemia" é um álbum que já nasce clássico, não apenas pelas dezenas de mensagens que veicula com aquela consciência do artista que o criou, mas também porque é uma obra singular. Concebido para expandir as fronteiras do pensamento e alargar as fronteiras do som pesado, o disco traz uma sonoridade inigualável, diferente de tudo que já foi feito antes, embora seja mais uma obra coerente dentro da filosofia do Dorsal Atlântica, que continua sendo a banda mais relevante já surgida na cena underground brasileira.” (Cristiano Passos)

“Estou atordoado, para dizer o mínimo. Não é para menos. Carlos Lopes – cabeça, corpo e alma do lendário nome do metal brasileiro – é parte de uma raríssima linhagem de artistas que preza pela contínua reinvenção de si. O que mais me chama a atenção – a ponto de ficar desnorteado – é como o Dorsal – ou melhor, Carlos Lopes – singra um caminho único, sem paralelos. Que permaneça assim.” Márcio Paixão Júnior (artista e produtor cultural)